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Heart of Coconut

Novas Séries

E agora que o meu Fringezinho acabou, e depois de deixar de acompanhar The Walking Dead às terças à noite. Os dias dividem-se entre Orange is the new Black por conselho do Tony, e The Last man on Earth da FOX, porque vi aquele icon maravilhoso com um poster giro e um nome apelativo e bam, já vi os episodios todos que sairam da primeira temporada... São ambas séries para desanoviar, não pensar muito e simplesmente assistir sem saltos na cadeira, mas algumas risadas.

E estou à espera de voltar a ter coragem para ver Grey's Anatomy e encontrar mais uma série de jeito!

 

Movie 49 # Where the Wild Things Are

Where the wild things are . Spike Jonze (2009)

 

Já o tinha no meu computador, pronto para ver e disfrutar há mais de dois meses, e eis que a R. da minha turma fez uma apresentação e uma ilustrações em que falou do filme e BAM, é desta Joana!!!

TInha há uns anos atras usado uma das musicas da banda sonora para sonorizar um clipzinho do meu curso onde eu entrava (e acampava numa rotunda) e sempre me ficou na ideia ver o filme portanto já há 3 anos!!! 

Cumpriu-se o desejo... Pra já aquelas primeiras cenas são adoráveis, é todo um imaginário infantil que eu desejo replicar numa curta futura, adoro a interpretação das personagens, e incrivel como o 3D está impecavel, ou como raio eles fizeram aqueles pequenos monstros adoraveis <3... Posso dizer que no fim chorei... vá quase no fim.. e não foi assim tanto, mas isso é comum em mim.. eu acho que choro muito a ver filmes pois é um pretexto de chorar coisas que não choro quando devo. Baaah so sad!

 

Opa é lindo... Acho que mastigam ali aquele meio, mas é super interessante, não acho um filme infantil, não acho parvo, adoro! As crianças merecem toda a atenção do mundo, e os sonhos e a imaginação fará delas rainhas. (tuuu-ru-tuuu-ru-tu-ru-ru-ru-ruu.plim - a música :3) . (adoro aquela ranhoca do Carol)

 

 

Movie # 48 . Hitchcock

Estava a dar na RTP no sábado e deixei a gravar... Para quem gosta de cinema e já viveu um xiribititi da agitação e entusiasmo de fazer um "filme" ou "curta-metragem" gosta de ver parte do que é a vida nesta àrea e já para não falar de "conhecer" um pouco mais do que é um dos maiores realizadores de filmes de suspanse e terror...

Vou vos confessar que não entendi que quem estava a interpretar o papel de Hitchcock era o Anthony Hopkins, incrivel transformação... O filme é muito interessante, obviamente que conta um poquinho daquele feitio estranho de Hitchcock bem como a sua relação com as suas actrizes. É quase como um documento sobre um grande artista e seu método de trabalho, com aquela essência arrogante e assutadora do mestre do suspanse!!

 

Movie # 47

 

sim... já vi! sexta à noite em casa com a cangalheta dos amigos todos a scrollar no wareztuga dá nisto. vou ser estupidamente sincera. O filme é um romancinho à twilight, sumbissão, paixão ardente, e ausência de amor.

Consegue ser hipnótico de alguma forma, e para isso tem um soundtrack realmente interessante com versões de músicas icónicas num clima apropriado à essência do filme. A nivel visual serve os propositos da narrativa... É um filme baseado num livro... That's it ! A única coisa que achei interessante é que *SPOILER* ele tem um passado desconhecido, quer um futuro igual, rege-se por contratos, e ainda assim está quase a ser moldado e manipulado, tal como ela, a mudarem-se um ao outro... O desafio é entender qual dos dois é que vai ceder mais. Tentei ver para além do básico... tudo tem qualquer coisinha que se aproveite. 

Não é orgásmico, não é nojento, não é nada de mais! É mais um filme que começa com planos de vista area de uma cidade e acaba para haver um segundo, com actores giros (ele é mesmo giro, ok? mesmo...).

 

Movie # 46 . Still Alice

Still Alice, foi mais um dos filmes nomeados para os Óscares e que ganhou a estatueta de melhor Actriz Principal. Este foi um filme que me tocou demasiado, acima de tudo pelo seu conteudo, pelo argumento, pela doença... Por praticamente deixar de se existir existindo. 

Gostei acima de tudo pela não abuso na envolvência emocional da doença, por não haver o martirio da depressão. Foi tão subtil e focado que foi isso que me intrigou e me fez gostar do filme. E não me quero alongar... não sei muito bem se falar sobre este filme me vai fazer bem... Mas vejam !

 

 

 

Movie # 45 . Ninfomaniaca I

Ninfomaniaca (2013) . Lars Von Trier

Este é sem dúvida alguma um filme intenso por todas as razões. Primeiro torna-se incómodo que seja narrado por uma actriz um determinado acto que está a acontecer com outra actriz (que eu acho que não tem parecenças nenhumas com ela), mas não é isso que retira veracidade alguma ao filme. A intensidade está na forma como é tão normal para esta pessoa falar de algo que ela própria considera um problema, uma doença, um trauma, um pecado. Inquietante a forma como Selligman ouve esta história e o compara com o acto de pescar ou com outras situaçãoes da vida. 

 

As cenas de sexo são muitas e penso que neste primeiro volume (ainda não vi o segundo), não passa muito de uma tentativa de banalizar o sexo sem amor, sem vontade, sem necessidade, apenas por capricho. Penso que estamos perante a preparação da reviravolta e de uma mudança de opinão em relação ao sexo e ao prazer.

Sinceramente, não gostei nem desgostei do filme, ainda assim penso que é uma narrativa muito densa, e pouco explorada neste primeiro volume, mas que só conseguirei explorar quando vir o próximo.  

 

 

 

 

Movie # 44 . A Teoria do Tudo

A Teoria do Tudo (2014) . James Marsh

 

Tragam os lenços, os lençois, o que for preciso porque foi preciso enchaguar as lagrimas... Stephen Hawking é um famoso físico que viu a sua vida com um limite de dois anos. Neste filme vemos a relação Jane manteve com Stephen e muito para alem de uma história de amor, é uma história de força, de luta, de desânimo, de sabedoria, de teorias, de tudo. A história de alguém que teve ao seu lado amor, força de vontade e esperança, que prolongou a sua vida até hoje, deitando por terra um limite de vida que deixou de existir. 

Um filme incrivel, onde há espaço para tudo mesmo. Interpretação magnifica de Eddie Redmayne que se torna a meu ver e aos olhos de quase todos o grande e merecido vencedor do Óscar para melhor actor. 

Não é lamechas é real... Não é doloroso é esperançoso. Aconselho a ver.

 

 

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Comentários recentes

  • Sara

    Eu adoro a Emma, coitadinha!

  • Sara

    Já tinha tantas saudades tuas!!!

  • Chic'Ana

    Não vi este filme, mas pelo trailer deve ser muito...

  • Sara

    Oh meu que querida!!! Obrigada, espero bem que sim...

  • maryjane

    Inês, não consigo aceder ao teu blog :(

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